Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Eu sei que pela milésima vez eu deixei aqui bem abandonado. Eu estava esperando que o novo design estivesse pronto. Tive problemas com a pessoa que faria isso pra mim, então resolvi voltar mesmo assim. Para falar a verdade eu não ia voltar não, mas hoje me deu um surto de pensamentos e idéias que se eu não escrevesse não conseguiria dormir.
Acabei de assistir ao primeiro episódio da nova série, chamada Glee, onde um professor de espanhol, apaixonado pela música, resolve tomar conta do grupo de coral da escola. O grupo não era lá tão bem recebido assim e todos os participantes eram considerados excluídos por aquela velha e típica hierarquia das high schools, onde as líderes de torcida e os jogadores se encontram no topo, e o resto: é resto. Este professor aparece com uma idéia diferente, querendo despertar nos demais alunos algo que eles ainda não acreditassem que existiam dentro deles. Enfim, não vou contar o episódio todo, mas o que mais me chamou a atenção, e confesso, me fez derramar umas lágriminhas bobas, foi a mensagem passada. Na verdade, não porque a mensagem era algo fora do normal, mas porque veio de encontro ao que eu tenho aqui dentro.
No final de tudo, o que consegui aprender ali é que nós temos que nos dedicar àquilo que amamos, àquilo que nos faz bem, para que alcancemos a felicidade. Eu sei que esse post está parecendo um capítulo de algum livro besta de auto-ajuda, mas ao mesmo tempo eu sei que isso é uma realidade presente na vida de qualquer um.
O que te faz feliz? Em que momentos da sua vida você se sentiu verdadeiramente satisfeito e completo fazendo algo que ama?A mensagem final daquele episódio, foi exatamente essa. Não podemos deixar de lado aquilo que nós nascemos para fazer, só porque é mais convencional ou confortável ser alguma outra coisa que não condiz com a nossa essência, apenas pelo fato daquilo prover mais dinheiro ou talvez, ser mais prático e sem obstáculos a serem vencidos.
Eu posso não ser a melhor naquilo que amo fazer, mas eu te digo com categoria que os melhores momentos da minha vida podem ser divididos em três partes:
A primeira, consiste nas vezes em que eu pude ver no rosto da minha mãe, um sorriso de satisfação e dever cumprido. Uma expressão orgulhosa, um olhar de carinho. Até mesmo um tom de repreensão.
A segunda, quando eu percebi que não adianta eu fugir, me esconder, tentar esquecer, tentar mudar o rumo ou cometer burradas, eu sempre vou amar uma única pessoa, que sendo única, é a única capaz de me fazer feliz.
A terceira (que tem a ver com todo esse drama que escrevi desde o primeiro parágrafo), os momentos em que eu estive em cima de um palco, seja com uma boa peça, uma boa dança ou uma boa música. Seja com um bom roteiro, um bom verso ou uma boa composição.
Eu creio que venho aprendendo muito com todos a minha volta no decorrer da minha vida e sei que aprendi muito mais nos últimos meses. Não importa aonde eu estou ou como sou, importa quem eu sou e isso depende apenas das minhas escolhas e das minhas atitudes.
Bom, eu não quero deixar se perder aquilo que dentro de mim faz todo o sentido do mundo: o amor e a arte. E a consequência de tudo isso?
A felicidade.
Domingo, 1 de Março de 2009
Eu disse que eu viria postar aqui a bendita da redação depois que passei uma semana quebrando a cabeça nela. Aliás, uma semana inútil, porque quando eu me desliguei disso, ela simplesmente fluiu. Tudo de uma vez. Isso sempre acontece e eu nunca aprendo que tenho que relaxar. (isso se alguém realmente tiver paciência para ler tudo)
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Autopsicografia deficiente

Suponho que me descrever não seja assim tão fácil quanto imaginei que seria. Não que eu me julgue complexa ao extremo, mas temo não me ver externamente como as demais pessoas me vêem. Dizem que saber reconhecer seus próprios defeitos e qualidades é uma virtude para poucos, espero ter recebido esse dom, ou então tudo o que eu disser daqui para frente se torna automaticamente irrelevante.
Feita de sentimentos e dramatizações, a intensidade me atrai de forma inexplicável, o perfeito exemplo de escorpião com ascendente em sagitário. Um tanto incompreensível, talvez, devido a minha prolixidade. E aqui me deparo com um dos meus maiores defeitos, seguindo a minha teimosia e o meu ciúme um tanto quanto possessivo.Mas, enfim, prolixa, porém peculiar.
Sou mais auto-exposição do que exclusão. Sou amor e não compaixão. Sou convencida, todavia não conformada, diria que em processo de conversão. Sou, em poucas palavras, diversa, (des)contida, (in)sana e com uma alta porcentagem de conteúdo, dos quais cabe a você tirar proveito ou não.
Estou sujeita à julgamentos, mas não costumo aderi-los, a não ser que sejam críticas construtivas vindas de bom grado. Ou seja, sou singular, mas em freqüente construção. Estou lutando com as palavras para ser objetiva. Sou aquela que sonha e sonha alto, oscilando entre o que se pode tornar realidade e a utopia. Tomo como justificativa de que as coisas são utópicas porque a idealizamos assim, com um pouco de esforço, aquilo que parece impossível pode sim, vir a tona e se fazer real.
Sou ser humano com uma beleza relativa que vem de dentro para fora, minha essência e caráter me constroem. Faço as minhas regras e traço meus limites, que de vez em quando até brinco de tentar ultrapassr. Todo mundo precisa sentir a adrenalina correndo nas veias. E aqui está meu lado dramático novamente.Posso ser o que te digo agora, mas amanhã quem sabe estou um pouco diferente? Reinvento-me a cada momento que a vida insiste em requerer um pouco mais de mim. Não mudo, apenas construo em cima do que já sou e modelo conforme a situação, para que assim eu não me perca em mim. Não sei ser decifrável. Sou complexa e confusa, dentro e fora. Uma antítese.
Não me simpatizo com nada pela metade, ou sou completamente ou sou nada. Uso a escrita como uma válvula de escape, me refugio em meio as palavras quando estas se embaralham em minha cabeça, posso passar horas tentando colocá-las em sentido. Uma terapia, ouso dizer.Vivo o presente, tirando proveito do passado para construir o meu futuro. Gosto de ir devagar, passo à passo, peça por peça, mesmo que dentro de mim eu sinta uma ligeira afobação. Mas o que aprendi nesse pouco tempo de vida é que ninguém pode fazer por você aquilo que cabe a você, somente, fazer.
Acredito na amizade e no amor, em sua plenitude. O mundo pode estar perdido em valores corrompidos, mas estes são capazes de mudar qualquer coisa. E agora se me perguntam o que farei daqui pra frente, tento ser coerente e explicar que vou sim, correr atrás daquilo que me completa. Mas a cada vez que afirmo tal coisa, recebo olhares de reprovação. Afinal, quem sabe se eu realmente vou conseguir algo que me complete? E se conseguir, o quão tediosa vai ser minha vida quando eu não tiver mais nada para me preocupar e me empenhar?

O mundo não é como a minha mente sonhadora, como meus pensamentos floridos e minhas aspirações aveludadas. O mundo é duro e traiçoeiro, a realidade simplesmente não se compara a minha surreal imaginação. Mas quem consegue viver sem sonhos? Aquele que não tem motivação permanece sem forças nem para reivindicar os próprios direitos. Somos como uma flor que nasce em um asfalto. Necessita de força, persistência e vontade. Pode nascer com hematomas, devido à fragilidade da flor e a brutalidade do estranho habitát, mas nasce e luta para sobreviver.
Somos sobreviventes de uma sociedade condicionada, onde prevalece a vontade dos mais poderosos. Infeliz conclusão, uma vez que esse poder se encontra na quantidade de cifrões armazenados no banco e não na quantidade de força e capacidade que se encontra dentro de nós. Deve ser por isso que dizem que o mundo é dos espertos. Se for assim, prefiro não ser esperta.
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e mesmo assim, não ficou como eu queria que ficasse.
Oh céus....
Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009
Eu sempre prometo quatro mil coisas nesse blog e não cumpro nem a metade, não é? E ainda tenho a cara de pau de voltar aqui e afirmar isso com tanta convicção. Eu juro que eu tento, voltar com os meus textos filosóficos, reflexões complexas, poemas, histórinhas aleatórias. Mas, acho que ando enferrujada. E agora?
Bom, me resta esperar e ver até onde vai dar essa dispersão da minha mente. Vamos levar em consideração a volta às aulas, ao trabalho, a mudança de casa...ok, chega de desculpas.
Isso porque faz horas que estou para começar a redação que tenho que escrever sobre "quem sou eu" para amanhã. Me descrever....ai, ai, ai. (amanhã coloco ele aqui para que vocês avaliem para mim)
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Princesa
Eleva a tua coroa
de rosas
e não de ouro
Porque a flor é
humilde.
Sensível.
Princesa
Desfila em teu manto
Branco.
E não vermelho.
Pois o branco espelha
a paz.
Princesa
Vive em teu palácio feito
de sonhos.
Tais,
que a estimulam continuar.
Princesa
Inebriante caminhar
Que encanta o sol
e o faz levantar
apenas
Para te admirar.
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Para não dizer que fiz um post em vão. Um poema antigo...
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Seja fã, mas faça a diferença!
Domingo, 11 de Janeiro de 2009
Ano novo, vida nova, blog...novo?
Não diria novo, mas pelo menos, atualizado e decente! Em meio as listinhas de resoluções para 2009, eu desisti das minhas (das listas, não das resoluções). Uma delas era manter isso aqui vivo e são (nem sempre são, mas enfim...).
E começando por aqui, vou cumprir.
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Só não vou voltar com um super texto logo de cara, porque também tenho de confessar a minha escassez de criatividade. Cheguei ontem de viagem e meu cérebro ainda está girando a manivela para pegar no tranco.
Mas tenho alguns pontos que devo abordar, compartilhá-los com vocês.
Um deles, é que amanhã é um dia muito especial, faço três meses com o amor da minha vida. E pensar nisso não poderia me deixar mais feliz. Quem ama aqui, vai saber me entender.
Segundo, é que essa semana li
Twilight, e isso me deixou literalmente impressionada. Estou preparando um post sobre ele. Quero contar as vocês minhas impressões sobre a história (que foram mais do que boas), e o quanto ela se relaciona com um ponto específico da minha vida.
E por
último, mas não menos importante. Algumas pessoas que lêem o blog, sabem bem de minhas aspirações. Dentre elas, o meu livro semi-pronto (e não acabado devido a perda de alguns rascunhos) (ai, rascunhos danadinhos). Enfim, só avisando que a história dele mudou inteira. Resolvi começar do zero e com um rumo completamente diferente, porém até mais interessante. Vou continuar mantendo a
comunidade dele, com aquela história. Mas, ele realmente será de outra forma.
Acho que não tenho mais nada a dizer, a não ser que que estou de volta, mas não vou prometer nada, porque senão não dá certo. Com licença, vou comentar nos meus queridinhos e volto depois com mais posts.
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"- Talvez está não seja a comparação correta. Talvez eu deva fazer do nosso alcólatra um viciado em heroína?- Então o que está dizendo é que sou o seu tipo preferido de heroína? - eu disse num tom de brincadeira, tentando deixar o clima mais leve. Ele sorriu rapidamente parecendo gostar do meu esforço.- Sim, você é exatamente o meu tipo preferido de heroína."[crepúsculo - stephenie meyer]
Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

No alto do salto do giro da roda da vida, o ar.
Início, subida, encanto, espanto da vida, sem ar.
Retorna, em voltas, pro fim do começo, alegria, angustia, desconheço.
O suspiro, o nervoso, o novo, o velho, a dor...ardor.
E de novo, e de novo...
Contato, no ato, intacto, com o espaço...fato.
Brisa, que alisa, que analisa o corpo...absorto.
Retorna, em voltas, pro fim do começo, êxtase, alívio, desconheço.
Ah, o suspiro...
De novo, e de novo...
Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
"E a torcida grita: WHOAAAA! Só dá Brasil na copa do mundo e é claro, ninguém vai deixar de lado esse jogo imperdível!""É ano de Olimpiadas e estamos todos atentos e apreensívos com a participação do Brasil! Não há quem não tenha decorado o nome dos campeões brasileiros preferidos!"É isso que mais ouvimos de locutores de rádio e televisão em épocas como essa. Foi-se o tempo em que a política era o assunto mais bem comentado nas rodas de amigos. Hoje o gol que o
Ronaldinho Gaúcho não fez irrita mais do que o
governador que roubou. Os saltos que a
Jade Barbosa não conseguiu realizar em sua sequencia no solo, entristece mais do que o
aquecimento global. Às oito e meia da noite, não é hora de assistir ao
horário político, mas sim, de desligar a TV e preparar o
jantar. E por mais que todo mundo saiba o nome e o número da camiseta de todos os jogadores e a classificação de todos os esportistas seja em copa, ou em olimpíadas, todo mundo precisa anotar o numero do candidato em que vai votar na mão, para não esquecer.
Mas, o que realmente estão esquecendo é que não vai ser o
Giba que vai tomar as decisões cabíveis ao nosso país. E, sim, aqueles muitos, que estão falando e falando sem parar durante o horário em que você desliga a televisão para fazer o jantar, tentando mostrar e demonstrar seus interesses a respeito do Brasil. Alguns honestos, outros não. Depois, quando aquele candidato que você não queria que ganhasse, estiver liderando a sua cidade, o seu estado ou o seu país, você vai sair reclamando por aí, dizendo que o Brasil não vai pra frente. Mas, é claro, nquanto a propria população brasileira não se preocupar e se interessar pelas e problemas do país, o Brasil continuará caminhando a passos de formiga e sem vontade.
Vale ressaltar que negligenciar as questões importantes do país tem sido o esporte mais praticado entre a população. Ganha um espacinho no podium quem contribuir para o preconceito, violência e desigualdade social. As outras modalidades já estão saturadas, agora só daqui há oito anos.
Se você se ofendeu ao ler isso, libero as minhas desculpas, afinal ouvi boatos de que você é quem
vai pagar a pizza depois da semi final da semana que vem.
"Boa noite, hoje no Jornal Nacional: Época de eleição. Brasileiros se estressam com os comícios. Esbravejam ao ter que esperar para ver o final da novela devido ao horário político. E a quantidade de votos em branco aumento em 80% desde a última eleição. E mais..."Ei, calma! Não desliga a TV agora. Deixa o jantar pra mais tarde...
Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008
Depois de semanas sem atualizar aqui (eu sei, eu tinha prometido que não ia mais largar esse blog às traças, desculpa!) voltei para ficar (dessa vez é uma promessa). Como andei um pouquinho sem tempo para fazer textos novos, resolvi voltar com a Rebecca aqui no blog. Para quem não sabe, a Rebecca é uma personagem minha, que tem uma comunidade no orkut só para ela, contando toda a sua história, suas neuras e seus medos em capítulos bem fáceis e divertidos de ler.
Então, eu estou convidando vocês a entrarem na comunidade e comentarem sobre o que estão achando da história e da insana Rebecca Bynes. Combinado?
Aqui vai um trechinho do segundo capítulo:
"Hoje acordei extremamente empolgada para escrever o próximo capítulo. Mas me dei conta de que eu não havia parado para pensar no tema do meu futuro livro. Aliás, eu (na minha inocente ignorância) acho totalmente “over” essa história de tema. É mesmo, nós temos que ser livres apara escrever o que bem quisermos, da forma que bem entendermos.
Sim, eu sei que estou parcialmente errada, as coisas não funcionam sempre assim. Tudo deve ter o mínimo de coerência e conteúdo para dar certo. E a partir dessa triste conclusão que eu criei uma nova neura (sim, para mim a neura é criada, num próximo capítulo explico melhor). Bom, minha nova neura é: Se para algo dar certo, precisa ter o mínimo de conteúdo e coerência, eu to lascada. Não gosto de seguir temas, e não tenho muito o que escrever. E agora? Como alguém tão vazia pode querer pensar em ser escritora? Essa carreira está me saindo mais difícil do que pensei.
A partir de hoje, traço metas indispensáveis nessa minha humilde vida: vasculhar o meu consciente, subconsciente, inconsciente, pseudo-consciente (e o que mais eu conseguir inventar) e descobrir em que lugar se escondeu o meu eu-lírico. E quando achá-lo, lembrar de ficar bem irritada! Como ele pode me largar na mão assim?"
Até a próxima!
Sábado, 2 de Agosto de 2008

"Rápido, chamem os médicos, ela precisa ser reanimada nesse instante! Emergência!"
"O que a paciente tem?"
"Timidez!"
"Quais são os sintomas?"
"Tem dificuldade de se expressar em público, não sabe direito como se comportar na
frente dos outros e tende a enrubecer sempre que alguém lhe dirige a palavra"
"Interessante, mas eu não posso fazer nada a respeito!"
"Por que doutor? Isso já causou problemas demais!"
"Simplesmente porque a timidez não pode ser considerada uma doença. Isso faz parte da
personalidade da paciente, podendo até ter uma propensão genética."
"Mas, então, o que eu faço?"
"Bom, o senhor também não pode fazer nada. tudo vai depender da sua filha."
Imaginou a cena acima?
Pois então, cada pessoa é diferente, mas no fundo, certamente, todo mundo é um pouco tímido.
Não se iluda achando que aquela garota super extrovertida da sua classe tem esse jeito o tempo todo! Cada um tem seu ponto fraco, seu momento vulnerável e situações que são bem capazes de
te deixar constrangida.
Às vezes é um medo interior daquilo que é novo. Medo de fazer novos amigos, pois eles podem não gostar de você. Medo de apresentar um trabalho no colégio, porque só de ver aquelas pessoas te avaliando te faz engasgar com as palavras. Mas o fato é, não vale deixar que a timidez te impeça de viver certas coisas! Fazer atividades em grupo que exijam uma maior participação e expressão de opiniões é uma boa.
E ser tímida não é tão ruim assim. Pessoas tímidas costumam ser fofas, reservadas e pensam muito antes de fazer ou dizer alguma coisa, sem contar que os tímidos tem um certo ar misterioso que desperta a curiosidade. Não acham?
Enfim, timidez é qualidade e defeito, tem seus pontos positivos e negativos. Basta tentar achar
um equilíbrio entre eles. E já vou logo avisando que isso não é muito fácil não.
Mas, não custa tentar!
Marcadores: Blorkutando
Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Oi, galera!
Tudo certinho?
A Nat me deixou escrever algo por aqui, então vamos lá! Ok, espero que gostem, vamos deixar de blábláblá, agora é peibuffjá(não me pergunta o que é isso!)!
Uma vez eu li em algum lugar a seguinte frase ‘Beleza passa, caráter fica.’ E fiquei imaginando todos os pros e contras. Beleza, o que seria isso? Uma pessoa alta, magríssima? E aquelas fotografias das revistas? Aquilo não seria uma ilusão diante a tecnologia de hoje? Com tantos programas de Photoshoop? É certo meninas se matarem com um corpo perfeito quando tudo isso não passa de uma ilusão de marketing?
Ok, digamos que você tem uma imagem estilo Angelina Jolie? E daí? Seria interessante passar a vida inteira se matando por um corpo perfeito e esquecer o que realmente importa? E o que mais nessa vida importa? Caráter? Os grandes heróis de nossa história eram bonitos como Brad Pitt? Será que Albert Einstein se importava com a sua aparência? E se ele se importasse? Teria dedicado tanto tempo as suas teorias? E a Teoria da Relatividade, como seria? Passaria a ser “Teoria de Como ser Sexy”?
Não estou dizendo que você é para deixar de ser vaidosa, de querer realizar seu sonho de ser uma modelo perfeita, mas sim, explicando o que realmente importa, o que faz sentindo. Dá para ser bonita e cheia de caráter? Claro! Mas algumas pessoas se focam mais em uma parte e esquecem da outra. Certas coisas são tão idiotas quando analisadas. E são essas pequenas coisas que fazem a gente perceber como nós, os adolescentes, estamos mudando. Será que vamos conseguir transformar o Brasil em um país diferente? E enquanto a NOSSA HISTÓRIA? Grandes feitos não foram feitos por pessoas lindas, e sim por pessoas inteligentes com essência e caráter! Os tempos são outros. Não se pode negar as mudanças.
O mundo evolui. Que tal você deixar de querer ser igual a aquela atriz famosa da revista e pensar em você? Na sua delicadeza com as pessoas? O quanto você escreve bem? E como você sabe fazer alguém sorrir? Ou o quanto suas idéias são boas? Pense nisso, vale acreditar, vale fazer acontecer. Mas, se você quiser ser lembrado apenas como mais uma carinha bonita, tanto faz. Eu, quero fazer minha história, e ser lembrada pelos meus atos, o resto, não importa.
Gwen Mignot [ www.gwenmignot.zip.net ]
Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Ah, não briguem comigo! Acho que faz um século que não atualizo esse blog! Meu Deus, estou até chocada com o tempo!
Mas, não faço mais isso!
Então pra voltar com o pé direito, vim divulgar aqui o
Blog da Galera CAPRICHO!Estão vendo a foto ai de cima? Foi na nossa primeira reunião na redação, semana passada! Mas não para por aí, tem mais 18 meninas que fazem parte da Galera, então não deixem de conferir o Blog porque todas nós vamos trazer a cada dia alguma coisa legal pra contar! Combinado?
Então, parem de ler esse blog empoeirado aqui (que eu prometo fazer uma limpeza e não demorar mais para atualizar) e não percam tempo! Corram lá no
Blog da Galera e comentem dizendo o que acharam!
Agora peço licença para responder comentários e visitar os blogs. Tenho que me redimir, afinal faz tempo que não vejo o que rola por aí!
E eu não abandonei esse blog! Como disseram em um comentário! eu to é ressucitando ele das cinzas! hahaha
Até a próxima!
Marcadores: Aleatoriedades, galera CAPRICHO
Sábado, 14 de Junho de 2008
27 de Setembro, 2008."Hoje parei para pensar a que ponto cheguei. Estou aqui, escrevendo sobre os meus
sentimentos por alguém que nem ao menos vai ter a oportunidade de ler.
Faz um ano desde a primeira vez em que te vi. Desde a primeira vez em que os nossos
olhos se encontraram. E eles sabiam que um dia teríamos algo especial. Nós não, mas
eles sabiam.
Nosso contato foi normal como qualquer outro. Com o tempo, a nossa confiança aumentou
e muitos diziam que tinhamos uma amizade admirável. E realmente tínhamos.
Dentro de mim, as coisas aconteceram muito rápido. De uma hora para outra, comecei a
tentar esconder o que você me fazia sentir. Cada toque, cada palavra, cada passo seu tinha
o poder de me frazer tremer. Mas, não conseguia aceitar. Seria tão difícil.
Eu estava me culpando tanto que não percebi os teus sinais. Até que em uma sexta-feira
à noite, quando sempre alugávamos um filme para assistir, senti a tua mão na minha.
Pronto, perdi a respiração. Estaria você brincando com os meus sentimentos?
Eu realmente achava que você havia percebido e estava fazendo aquilo só para ver como
seria a minha reação.
Você chegou mais perto e deitou a cabeça no meu ombro. Pude sentir aquele perfume que
tanto amava, um cheiro de morango tentador.
Eu estava intacta. Sem a mínima reação. E você deve ter percebido, porque inclinou a cabeça
e me olhou. Eu manti meus olhos fixos no filme, tinha medo do que iria me dizer.
Mas, você não disse nada. Apenas fechou os olhos e respirou fundo, como se quisesse
relaxar. E ficamos ali, daquele jeito, por vários minutos.
Acho que fez isso para me tranquilizar. Meu coração batia a mil por hora, mas eu estava
calma e feliz.
Quando eu achava que nada mais poderia acontecer, você mudou de posição para se sentar
e ficar na minha altura. Olhou para mim, deu um sorriso tímido, colocou as mãos no meu
rosto e me beijou.
Eu vou pular esta parte, porque palavras não são suficientes para descrever o que senti
naquele momento. Muito menos, quando segurou em minhas mãos e disse "eu te amo" com os
olhos marejados.
A partir daquele momento eu tinha certeza de que seria a pessoa mais feliz do mundo ao
teu lado. Nós apenas não sabíamos que seria tão difícil.
O que mais me machucava eram os olhares das pessoas para nós. Como alguém poderia condenar
um amor tão puro? Até hoje, não entendo porquê nos achavam tão diferentes.
Guardo comigo os melhores momentos da minha vida. Sinto orgulho deles. Sinto orgulho de
você. Da sua força. Da força que te fez aguentar esses últimos meses ao meu lado. Da força
que ficou para me consolar quando você já não estava mais aqui.
Você se foi e me deixou. Não porque quis assim, mas porque precisou. Deixou também uma dor
tremenda, mas ela não é maior que o carinho que eu sinto quando me lembro do teu sorriso.
Espero conseguir enfrentar esse mundo sem o teu apoio. Eu sei que consigo. Eu te devo isso.
Eu te devo tudo.
Tenho saudade da sua mão no meu rosto, do teu cheiro na minha roupa, do dom que só você
recebeu de me fazer feliz.
Lembre-se de mim, esteja aonde estiver. Porque a minha cabeça nunca vai pensar em nada mais
intenso que você e as minhas flores vão sempre decorar o lugar em que te deixei.
Minha linda, a nossa história começou com um "eu te amo" e eu não vou dizer outro para
acabar, mas para continuar.
Eu te amo, para sempre!"
Sophia.
Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
Por incrível que pareça, logo após eu ter escrito o post sobre o "Diploma de Máquina profissional", no dia seguinte o tema da aula de redação foi a leitura. Então, como já estava indignada pelo motivo que vocês podem conferir no
post anterior, resolvi escrever sobre o meu ponto de vista a respeito da leitura.
A primeira profissão que seguimos na vida é a de leitor. Nascemos e logo começamos a nos encantar pelas imagens e a magia dos livros, mesmo sem poder entendê-los. Aos poucos, todas aquelas palavras que tempos atrás só faziam sentido quando ouvíamos por meio de outros, começam a se transformar, formando um universo paralelo capaz de nos ensinar e nos surpreender com viagens incríveis.
Lemos porque gostamos ou porque necessitamos. Independente do motivo, a leitura é indiretamente a nossa profissão não-remunerada. E a partir dela, conquistamos um acervo de conhecimento indescritível, que provavelmente será parte importante para nos levar a conquistar nossos objetivos.
Mesmo que no começo não tenhamos nada além de livros e que eles não sejam nada além de informação, depois de um certo tempo começamos a vê-los não apenas como um objeto de entretenimento, mas também como uma fonte que nos concede riquezas e como uma influência mundial.
Só quem entende o verdadeiro valor da leitura é capaz de, num piscar de olhos, conhecer os mais inesperados universos e mergulhar nas mais interessantes viagens.
Ler, é viver além da vida.[e sim, eu tenho uma visão romântica e melosa em relação a isso]
Segunda-feira, 26 de Maio de 2008
Semanas atrás fui submetida à um teste de leitura bem inofensivo, ao meu ver. A regra era ler o texto atentamente, marcar o tempo que levei para lê-lo e então responder à algumas questões de múltipla escolha sem consultar o texto anteriormente lido.
Simples, não acha?
"Mas qual a finalidade disso?" - perguntaria o mais curioso.
"Ajuda no vestibular?" - perguntaria o mais desesperado (tipo eu).
"Hum? O quê? O que é para fazer?" - perguntou um que havia acordado quando percebeu o silêncio anormal na classe.
Não sei, eu responderia.
Enfim, o moço alto com cara de gente importante agradeceu por termos colaborado e disse que em breve entraria em contato com todos nós para nos dar o resultado do teste e explicar o processo.
Ok.
Acabei esquecendo que tinha feito o teste até que minha mãe, em uma sexta-feira à noite, me avisa que no dia seguinte viria um moço de tal lugar dar o resultado de um teste de leitura que fiz na escola.
"Que horas?"
"às dez da manhã"
Ah, ótimo. quem é o infeliz que vai me acordar em plena madrugada de um sábado? (é em plena madrugada!) Um torturador.
Resumindo a longa história, o moço alto com cara de gente importante apareceu aqui em casa para dizer que eu tinha acertado 20% do teste. Que vergonha. E veio também fazer propaganda do tal método.
O tal método me faria ler um livro de 200 páginas em 20 minutos. Com 100% de retenção. Ok, mas acho que esqueceram o prazer da leitura por aí. Qual é a graça de ler um livro como uma máquina de xerox, menos de 2 segundos em cada página? E a emoção, o suspense...?
É claro que, para quem vai fazer prova, estudar em 20 minutos e reter o máximo de informação é realmente relevante. Mas, mesmo assim, eu ainda não concordo.
Estão esquecendo os velhos valores da leitura.
Enfim, terminando a seção 'publicidade' aqui em casa (coisa que ele fez muito bem, quase convenceu minha mãe de pagar o curso que custava não só os olhos da cara como também o resto do corpo, mais a sua casa) ele me disse que finalizado o curso eu recebria um diploma de leitora profissional.
Para mim, ser leitor profissional não tem nada a ver com ler um livro de 200 páginas em 20 minutos. Esse não é o verdadeiro princípio da leitura.
E vou parar por aqui, esse tipo de assunto me tira do sério.
Marcadores: Aleatoriedades
Sábado, 17 de Maio de 2008

Olá queridonas
Eu sou a Juh Lima (caprichosa.make-up.zip.net). Não precisa entrar em desespero, este blog ainda pertence à Nat Affel. Aconteceu que, em uma de nossas conversas no MSN, ela ofereceu este espacinho pra mim, e pediu que eu escrevesse um post.
Devo confessar que estou aqui com um pouco de receio, já que não tenho o talento que a Nat tem pra escrever. Pois cá entre nós, a dona deste blog tem um domínio com as palavras incrível, e seus textos arrasam. (Sou fã dela)
Mas apesar de tudo, este medo não me impediu de vir aqui, e ter este contato com vocês.
Comecei a pensar então, quantas possibilidades perdemos em nossas vidas, por conta do medo de errar ou de não sermos aceitas.
Já repararam em como nós temos mania em dificultar? E colocar empecilhos nas coisas mais banais do dia à dia. Como uma nota ruim, ou aquele garoto que parece nem nos notar, ou que roupa usar na festa da semana que vem, ou até mesmo uma briguinha típica entre amigos e família. É a famosa tempestade no copo d'água, cheia de raios e trovões. Ai vem a dificuldade maior, assumir e perceber que uma parcela desses problemas foi criada principalmente pelo medo de enfrentá-los. Preferimos nos fazer de "Vítimas inocentes", fugindo e aceitando tudo como está. Mas quando achamos essas opções, não é porque são as únicas, mas sim as que se tornaram mais fáceis. Sendo que poderíamos parar de dramatizar, lidar, tomar uma atitude e reverter o jogo ao nosso favor.
Então combinemos uma coisa: em vez de ficarmos chorando ou nos privando de fazer algo. Comecemos a encarar de frente. Afinal um pouco de esforço não faz mal a ninguém.
Estar aqui foi um super desafio, mas venci meu medo, e foi uma honra.
Beeijokas
E um brinde a Nat Affel
Terça-feira, 6 de Maio de 2008
Título: Reféns do medo.
Ano: não se sabe a data exata do início desse filme e muito menos quando as filmagens terão um fim.
Gênero: Suspense - Horror - Drama - Comédia.
Distribuição: mundial.
Direção: desconhecida.
Elenco: eu, você e aqueles ali.
Sinopse: Um longa-metragem onde o contraste entre a utópica paz e o frequente medo é explícito de forma a ser censurado pelos mais conservadores. A história se passa em um mundo não tão distante.
Não se sabe ao certo quando tudo começou nem como tudo vai acabar, o que se sabe é que a população desse tal mundo está passando seus dias como reféns de um único e autosuficiente protagonista - o medo.
Ele que desprovido de qualquer tipo de senso ou consideração tem invadido vidas, pressionado mentes, e levado à loucura aqueles que se entregam direta ou indiretamente aos teus braços.
O filme relata não apenas a vida de indivíduos vítimas do medo. Mas, também faz questão de mostrar o que o causa.
Uma história onde os vilões e os mocinhos são da mesma espécie. Muitas vezes, a mesma pessoa.
Estréia: Não tem estréia. É diariamente atualizado. E você tem acesso grátis ao ingresso e assiste em posição privilegiada mesmo sem a carteirinha do estudante.
Comentários:
- 'Não é um filme que agrade a quem assiste, uma vez que ele revela as verdadeiras causas da situação atual desse mundo em questão'.
Sophia Morales.
- 'A verdade é dura. E saber que nós somos os principais culpados me tira o sono.'
Mariana Alves.
- 'Pena que nem todos tomam consciência do que está acontecendo'.
Melissa Borges.
- 'Aonde este mundo vai parar?'.
Nathália Affel.
Não perca!
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texto para o
Blorkutandotema: Reféns do medo - Como a violência afeta a mente e a vida das pessoas.
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Domingo, 27 de Abril de 2008
Quando ela mesma tira as suas dúvidas.
Ou não...Não sabia de onde vinha aquele frio todo, mas a conversa estava bastante esclarecedora até então. Por isso fiz o possível para aguentar e fazer todas as perguntas que sempre quis fazer (apesar de me sentir um pouco, digamos que, estranha perto dela).
- Antes de continuarmos, você está sentindo esse frio?
- Ahm, não...Deve ser porque você está sem agasalho.
- É, deve ser...
- Acontece. Na próxima vê se lembra de vestir um.
- Pode deixar...Então, me diz, o que você acha que as pessoas pensam de você?
- Ah, eu fico tão deprimida quando as vejo me imitando como se eu fosse um monstro sem sentimento. Eu uso sim uma capa preta, você tem noção do frio que eu passo quando tenho que buscar alguém no Polo Norte? E quando eu tenho que dar uma passadinha na África? Eu sou muito branca, preciso da capa para me proteger daquele sol escaldante.
- É verdade, faz sentido...Mas e a foice?
- Ai,nem me fale, todos acham que eu uso a foice para matar as pessoas. Que pensamento mais 'last week'. Primeiro, eu não mato ninguém. Elas morrem e o meu trabalho é buscá-las e mostrar-lhes o caminho. Segundo, eu preciso da foice para me apoiar. Alô-ou, você não ficaria cansada de andar do Brasil até a Rússia?
- Ficaria. Você tá certa. Até que falando assim, você parece ser uma boa pessoa.
- É claro que eu sou. Eu posso não ser muito bonita, mas tenho estilo.
- É...Tem mesmo. Engraçado, é que continuo com frio...
- Você está com algum problema? Porque meus clientes sentem frio antes de levá-los.
- Ahm...Não, eu acho. Espero que não.
- Relaxa querida. Há mais alguma coisa que você gostaria de me perguntar? Ainda tenho uns lugares para ir antes de partir para o Japão. Sem contar nas guerras por ai...
- Guerras? Dizem que elas são suas melhores companheiras...
- Pff, balela. Ou você acha que eu não fico com dor nas costas de transportar tanta gente? Tenho lordose há séculos...Pensei que não sobreviveria na Primeira Guerra mundial. E ainda tiveram a cara de pau de inventar a segunda. Maus tempos, maus tempos...
- Que ruim. Você acha que as pessoas tem medo de morrer?
- Olha, algumas dizem que não, mas todos têm. Todos têm medo, por não saberem o que acontece depois. Aliás, nem eu sei.
- Como assim você não sabe?
- Não sei. Eu apenas transporto as almas até a luz, mas não posso entrar na luz. Não sei o que vem depois, e acho que nunca vou saber...Triste isso.
- Uau.
- Sem contar os que tem mais medo da morte de pessoas queridas do que deles mesmo. Eu até entendo sabia? Não deve ser fácil conviver e amar uma pessoa e depois ela simplesmente ir comigo e nunca mais voltar. Pode até ser ciume de mim, afinal todos fogem comigo um dia. Viu? Eu tenho coração, entendo as pessoas.
- Ahm...claro.
- Bom, agora eu tenho meus afazeres a cumprir. Sinto deixá-la. Um dia a gente se encontra...
- Espero que isso demore.
Ela deu um sorriso e se levantou:
- Não esqueça de fechar a janela, depois vai dizer que sentiu frio só porque ficou perto de mim...
Texto para o
Blorkutando.
Tema: Você tem medo da morte?
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
Vamos apertar o pause do blog de novo. É hora do intervalo, ou seja, hora de memes e selos. *.*
[ai como eu consigo ser panaca]
Primeiro eu quero agradecer a Andréia do
Relatos de Uma Guerra Pessoal que me indicou esse selo:

que eu vou repassar com todo orgulho para...
::Nala::Super Dorinha::Juh Caprichosaxxxxxx
E agora, eu muito intrometida, peguei esse meme que estava no blog da Andréia.
Se eu fosse...Se eu fosse um mês seria...
NovembroSe eu fosse um dia da semana seria...
SábadoSe eu fosse um número seria... 7
Se eu fosse um planeta seria...
TerraSe eu fosse uma direção seria...
em frenteSe eu fosse um móvel seria...
estante [prático e dinâmico]Se eu fosse um liquido seria...
coca [olha o vício e a propaganda]Se eu fosse um pecado seria...
PREGUIÇASe eu fosse uma pedra seria...
ametistaSe eu fosse um metal seria...
CobreSe eu fosse uma árvore seria...
coqueiro [grande, elegante e lindo]Se eu fosse uma fruta seria...
kiwiSe eu fosse uma flor seria...
violetaSe eu fosse um clima seria...
frio!
Se eu fosse um instrumento musical seria...
guitarraSe eu fosse um elemento seria...
ÁguaSe eu fosse uma cor seria...
PrataSe eu fosse um animal seria...
KoalaSe eu fosse um som seria...
a voz da amy leeSe eu fosse uma letra de música seria...
Maremorso - Tita LimaSe eu fosse uma canção seria...
Lips Of An Angel - HinderSe eu fosse um estilo de musical seria...
Black ou RockSe eu fosse um perfume seria...
LacosteSe eu fosse um sentimento seria...
AmizadeSe eu fosse um livro seria…
Poemas completos de Alberto Caeiro
Se eu fosse uma comida seria…
Batatas fritasSe eu fosse um lugar (cidade) seria...
Nova YorkSe eu fosse um gosto seria...
DoceSe eu fosse um cheiro seria…
Aquele que você gosta de sentirSe eu fosse uma palavra seria…
Levanta!Se eu fosse um verbo seria…
DormirSe eu fosse um objeto seria…
AbajurSe eu fosse uma roupa seria…
jeansSe eu fosse uma parte do corpo seria…
olhosSe eu fosse uma expressão seria…
compreensãoSe eu fosse um desenho animado seria…
Pica PauSe eu fosse um filme seria…
qualquer um do Tim BurtonSe eu fosse forma seria…
trapézioSe eu fosse uma estação seria…
invernoSe eu fosse uma frase seria…
"Tudo dá certo no final..."____________
Marcadores: Brincadeiras. Campanhas e Indicações
Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Vai, pode dizer. Eu não vou contar pra ninguém, mas admite.
Admite que quando você escuta aquele batidão seus pézinhos não começam a mexer e sem perceber você já está cantarolando uns trechinhos do polêmico funk.
Eu não sou lá muito chegada a esse estilo musical, mas respeito (e até me pego balançando os pézinhos, como você, quando escuto).
E digo respeito, em relação ao estilo musical que há muito foi sucesso em mãos (ou voz?) de
James Brown. E não à apologia descarada que fazem ao sexo e às drogas, mixando letras obscenas com ritmos dançantes (isso você não pode negar).
Defensores do funk corrompido não venham me apedrejar, mas eu não levo jeito para
'piri-pipiri-pipiri-piriguete' e também não danço se ela dançar (ué?).
Mas não vamos ser hipócritas, não é porque eu não
'boto o tambor pra tocar' que às vezes o batidão não seja divertido. Depois de umas e outras, você acaba se sentindo uma
glamurosa, descendo até o chão.
E no outro dia vem a parte em que você se arrepende (ou não) de ter se divertido às custas do
MC Créu.
Mas aí, é só colocar um James Brown pra tocar. Sua consciência vai ficar mais limpa quando convencer a si própria de que você só se juntou a massa funkeira para analisar o lado ruim do funk.
Só analisar.
Texto para o
Blorkutando.
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Momentos de ócio geram posts inúteis e sem objetivo. Mas, enfim...Como diria 'alguém-que-eu-não-me-lembro': quando a inspiração vem, não podemos resisti-la (não importa o quão desnecessária seja) - (ok, eu acho que ninguém nunca disse isso).
Fruto de uma aula mega interessante de matemática (mega interessante mesmo, eu que tenho que criar vergonha na cara e prestar atenção), eis o que a minha companheira bipolar, sra. criatividade, me fez lembrar:
O dia em que eu descobri que Papai Noel não existia.Todas as noites de Natal, eu esperava ansiosa pelo bom velhinho e seu saco vermelho (não me entendam mal, isso é um fato
infantil e verídico) chegar em casa com suas renas e deixar meus presentes cuidadosamente embaixo da árvore - de natal. Pela janela, é claro, uma vez que eu já havia me acostumado com a triste idéia de não ter uma chaminé.
Era véspera de natal, e minha mãe disse que eu tinha sido uma boa garota naquele ano, por isso a qualquer momento Papai Noel chegaria com os meus presentes mais do que merecidos.
Nós aqui adoramos o Natal. E desde pequena sempre preparei leite e cookies para deixar perto da árvore durante a noite, caso o Papai Noel não chegasse enquanto eu estivesse acordada.
Mas, naquele ano, o bom velhinho resolveu fazer diferente. Eram dez e meia da noite quando ele resolveu aparecer, tocando seu sino e dando a sua típica risada na porta de casa. 'Ele está bem adiantado' - pensei.
Corri desesperadamente para porta (como qualquer outra criança prestes a dar de cara com o gordinho que era amigo de renas voadoras). Minha querida mãe veio atrás de mim, e parecia que ela queria me segurar, mas nem liguei.
Tarde demais.
Abri a porta e me deparei com um Papi Noel sem barba, magro e fugindo do meu cachorro, que não tinha gostado muito da idéia de ter alguém pulando o muro de casa.
'HOHOHO!' riu ele em tom desesperado e ofegante. Eu podia ser criança, mas não era boba. 'Você não é o Papai Noel, você é magro, não tem barba e parece com o meu vizinho'. Bati a porta com raiva, e até esqueci dos presentes.
Injustiça. Fui enganada todo aquele tempo. Eu devia ter percebido que o Papai Noel não conseguiria passar pela minha janela por causa das grades, que meus cookies eram devorados pelo meu pai e que renas não voam.
Tudo bem. O Papai Noel (bom velhinho, santa claus, ilusão...) não existe. Mas, eu ainda tenho o coelhinho da páscoa para acreditar. Afinal, ele não come cookies, não precisa de chaminé e não é amigo de renas voadoras!
(viu? tão real quanto a fadinha dos dentes que me rendeu muitos sorvetes com suas moedinhas embaixo do meu travesseiro).
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OBS: Texto para o
Blorkutando dessa semana aqui:
Sobre ser fã e ser você mesma.

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Terça-feira, 8 de Abril de 2008
Toda semana vocês vão ver por aqui um selinho do '
blorkutando'(que estará pronto em breve) em algumas das minhas postagens.
Blorkutando é um projeto realizado pelas meninas que tomam conta da comunidade de BLOGS da
CAPRICHO.
Ele é como o Tudo De Blog, na revista. Mas acontece na comunidade.
Para mais informações acesse a comunidade
Capricho - BLOGS.
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E aí vai o meu texto da semana. Com o tema
'Pessimismo/Pessoas pessimistas'Pessimismo cotidiano vs. realista.Eu sei, eu sei que não há nada mais desagradável do que pessoas pessimistas.
Principalmente, quando elas vêm descontar sua cota de pessimismo em cima de nós.
Seja criticando algo que fazemos, ou até mesmo dizendo que não vamos conseguir. Afinal, quando estamos com algum problema, a última coisa que queremos ouvir é que não vamos conseguir. E é nessa hora que o coleguinha pessimista sempre aparece, pronto a te consolar com palavras duras e sem esperança.
Um saco, não acham?
Vamos chamar esse tipo de
pessimismo cotidiano. Calma, eu explico. Pessimismo cotidiano é aquele que está presente em todos os momentos do nosso dia-a-dia, porém, em coisas mais pessoais, como por exemplo aquela amiga que te deu uma super moral depois que você levou um pé na bunda do seu namorado dizendo que realmente você não era boa o bastante pra ele. Nada legal não é?
Só que nós também convivemos com o
pessimismo realista, aquele que trata de assuntos sérios e digamos...Realistas.
Aposto que em algum dia de nossas vidas já dissemos algo do tipo 'Ai, esse Brasil não vai pra frente!' ou então 'Esse país não cresce, culpa dos políticos', ou até mesmo 'Nós vamos morrer com os terremotos e chuvas ácidas em poucos anos' (ui!).
Então, esse eu chamo de pessimismo realista, aquele que não deixa de ser pessimista, mas também não deixa de falar a verdade.
Afinal, do jeito que anda o nosso governo e a consciência humana em relação à nossa mãe Terra, nós vamos mesmo acabar afogados pelos oceanos, devido ao aquecimento global.
Viu! Eu fui pessimista. Mas, também realista.
Ou seja, ninguém gosta de gente chata que vem acabar com a nossa empolgação ou com a última gota de esperança que nos esforçamos em ter (tipo a amiga chata que disse que você não é boa o bastante para o seu recém ex-namorado).
Mas, precisamos abrir os olhos para as coisas à nossa volta e entender que temos que ser otimistas com nós mesmos, nos convencendo de que podemos fazer a diferença.E também sermos pessimistas sim, nos conscientizando do estado atual não apenas do nosso país como do mundo.
Abaixo o
Pessimismo cotidiano, que vem acompanhado de pessoas 'cri-cris' e sem-noção.
E viva o
Pessimismo realista, que nos faz abrir os olhos ao que não está longe de acontecer.
Enfim...
Apesar dessa classificação insana que eu dei aos tipos de pessimismo, acho que vocês me entenderam...
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OBS: PARABÉNS para a Dê Peres!!
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